11 de dezembro de 2008

O transbordar da Lua Cheia

Foto: overmundo.com.br


Dia desses assisti (parcialmente) o filme 'A excêntrica família de Antônia'. Nele há um quê de erotismo embutido no roteiro e devido às excessivas cenas de sexo, carícias ou indução ao prazer carnal em plena semana de lua cheia que eu abandonei o programinha básico de domingo na casa de Savana após uma deliciosa macarronada. Fazer o que não é? Por coincidência, no filme há uma mulher que nas noites de lua cheia fica parada na janela uivando para o vilarejo. Sinais reais e em polvorosas de que algo está em ebulição em mim porque aquilo me incomodou.


Dizem que não há relação, mas a lua cheia mexe sim com meus sentidos e hormônios. Fico mais animal e instintivo nas noites que seguem a redonda pairando lá no céu. Em uma dessas noites de 'uiavadas' fiz essa poesia postada abaixo.



contra-indicação


por Wagner Lima


De ti quero um beijo


do tipo desentupidor de pia

e não venha me censurar

se acaso meu pau levantar

e te fizer volume entre as pernas

afinal, como todo bom remédio

sempre existem os efeitos colaterais

3 comentários:

Thiago Barros disse...

Trata-se do filme da minha vida. Abração, Wagner.

Diego disse...

Gostei da poesia... Mas a lua cheia tem um QUÊ de Erotismo mesmo, de mistério, do fazer ou ter o proibido, de incitar o libido...legal....abraços Hardman

Elis disse...

amei esta história de beijo de desentupidor e pica levantar!!!!
faz parte da essencia humana, mas tem que ter sua ousadia em falar!